
25 de maio de 2009
20 de maio de 2009
Ser terapeuta por Joseph Zinker

Não mais homem ou mulher
Um sábio
Um pai - não, mais uma avô,
sem aflições -
Uma presença de plenitude
O oceano silencioso e sedoso do alto verão
Uma criança de olhos faiscantes
assistindo a tudo pela primeira vez
Colocando precisão no que vê -
uma generosidade pontuando significados -
Um professor, avivando as chamas de vida sem vida
Um curador, enxergando o corpo brotando de si mesmo
Um sacerdote, tocando rostos com mãos de bênção,
Um criador de casos, moldando vidas com amorosa
simplicidade
Um artesão despretencioso, moldando
energicamente a matéria
Um artista exausto de mentir para si,
avesso a pagar com generosas
fatias de mediocridade,
preferindo a raridade do
brilho pontiagudo.
Curso com Fernando de Lucca sobre sonhos
Domingo, 07 de junho de 2009
Coordenação: Fernando de Lucca
Destinado a psicólogos, médicos e estudantes ultimoanistas destes cursos.
"Através de experiência angariada em 20 anos de formação ininterrupta e através de minha própria investigação, o trabalho com sonhos neste enfoque tem como função primordial reestabelecer a auto-regulação organísmica e decifrar as mensagens existenciais que os sonhos contêm para a conquista da unidade bio-psico-social-espiritual do indivíduo.
Fritz Perls, fundador da Gestalt-terapia, considerava os sonhos como uma oportunidade para integrar aspectos não reconhecidos de nossa personalidade, bem como para dar fechamento a situações inacabadas e permitir o diálogo entre polaridades, a partir da consideração fundamental que o sonho é uma expressão de nossa totalidade no presente.
Dentro da tradição gestáltica, não se utiliza a interpretação para analisar os sonhos.
Os sonhos não são tomados como símbolos, uma vez que utilizamos a vivência do sonho como metáfora.
Trata-se de trazer o teor do sonho de volta à vida. ao invés de relatar o sonho como um episódio passado, atuamos o sonho no presente."
Fernando de Lucca
Horário:Domingo, 07/06/09 das 9h às 18h
Investimento: R$ 160,00 ou 02 x R$ 80,00Condição especial para estudantes: R$ 140,00 ou 02 x R$ 70,00
Mais informações: igsp@gestaltsp.com.brFones: 11 3842.8939 / 3849.1983
Coordenação: Fernando de Lucca
Destinado a psicólogos, médicos e estudantes ultimoanistas destes cursos.
"Através de experiência angariada em 20 anos de formação ininterrupta e através de minha própria investigação, o trabalho com sonhos neste enfoque tem como função primordial reestabelecer a auto-regulação organísmica e decifrar as mensagens existenciais que os sonhos contêm para a conquista da unidade bio-psico-social-espiritual do indivíduo.
Fritz Perls, fundador da Gestalt-terapia, considerava os sonhos como uma oportunidade para integrar aspectos não reconhecidos de nossa personalidade, bem como para dar fechamento a situações inacabadas e permitir o diálogo entre polaridades, a partir da consideração fundamental que o sonho é uma expressão de nossa totalidade no presente.
Dentro da tradição gestáltica, não se utiliza a interpretação para analisar os sonhos.
Os sonhos não são tomados como símbolos, uma vez que utilizamos a vivência do sonho como metáfora.
Trata-se de trazer o teor do sonho de volta à vida. ao invés de relatar o sonho como um episódio passado, atuamos o sonho no presente."
Fernando de Lucca
Horário:Domingo, 07/06/09 das 9h às 18h
Investimento: R$ 160,00 ou 02 x R$ 80,00Condição especial para estudantes: R$ 140,00 ou 02 x R$ 70,00
Mais informações: igsp@gestaltsp.com.brFones: 11 3842.8939 / 3849.1983
11 de maio de 2009
Deserto, desertos, de Jean-Yves Leloup

CADA UM TEM SEU DESERTO A ATRAVESSAR
O que evoca para nós a palavra deserto? Silêncio, imensidão, vento abrasador? Não apenas. Evoca também sede, miragens, escorpiões... e o encontro do mais simples de si mesmo no olhar assombrado e surpreso do homem ou da criança que brota não se sabe de onde – entre as dunas?
Existem os desertos de pedras e de areias, o deserto do Hoggar, de Assekrem, de Ténéré e do Sinai e de outros lugares ainda... o deserto é sempre o alhures, o outro lugar, um alhures que nos conduz para o mais próximo de nós mesmos.
Existem os desertos na moda, onde a multidão se vai encontrar como um pode tagarela, em espaços escolhidos, onde nos serão poupadas as queimaduras do vento e as sedes radicais; deles se volta bronzeado como de uma temporada na praia, mas ainda por cima, com pretensões à “grande experiência”, que nos transformaria para sempre em “grandes nômades”...
Existem, enfim, os desertos interiores. Temos que falar deles, saber reconhecer o que apresentam de doloroso e tórrido, mas tentando também descobrir, aí, a fonte escondida, o oásis, a presença inesperada que nos recebe, debaixo de uma palmeira sorridente, em redor de uma fogueira onde a dança dos “passantes” se junta à das estrelas. Pois o deserto não constitui uma meta; é, antes, um lugar de passagem, uma travessia. Cada um, então, tem a sua própria terra prometida, sua expectativa que deverá ser frustrada, sua esperança a esclarecer.
Algumas pessoas vivem esta experiência do deserto no próprio corpo; quer isto se chame envelhecer, adoecer ou sofrer as conseqüências de um acidente. Esse deserto às vezes demora muito a ser atravessado.
Outras pessoas vivem o deserto no coração das suas relações, deserto do desejo ou do amor, das secas ou dos aborrecimentos que não aprendemos a compartilhar.
Há também os desertos da inteligência, onde o mais sábio vai esbarrar no incompreensível e o mas consciente no impensável. Só conseguimos conhecer o mundo e as suas matérias, a nós mesmos e às nossas memórias quando atravessamos os desertos.
Temos, finalmente, o deserto da fé, o crepúsculo das idéias e dos ídolos, que havíamos transformado em deuses ou em um Deus, para dar segurança às nossas impotências e abafar as nossas mais vivas perguntas.
Cada pessoa tem seu próprio deserto a atravessar. E a cada vez será necessário desmascarar as miragens e também contemplar os milagres: o instante, a aliança, a douta ignorância e a fecunda vacuidade.
O que evoca para nós a palavra deserto? Silêncio, imensidão, vento abrasador? Não apenas. Evoca também sede, miragens, escorpiões... e o encontro do mais simples de si mesmo no olhar assombrado e surpreso do homem ou da criança que brota não se sabe de onde – entre as dunas?
Existem os desertos de pedras e de areias, o deserto do Hoggar, de Assekrem, de Ténéré e do Sinai e de outros lugares ainda... o deserto é sempre o alhures, o outro lugar, um alhures que nos conduz para o mais próximo de nós mesmos.
Existem os desertos na moda, onde a multidão se vai encontrar como um pode tagarela, em espaços escolhidos, onde nos serão poupadas as queimaduras do vento e as sedes radicais; deles se volta bronzeado como de uma temporada na praia, mas ainda por cima, com pretensões à “grande experiência”, que nos transformaria para sempre em “grandes nômades”...
Existem, enfim, os desertos interiores. Temos que falar deles, saber reconhecer o que apresentam de doloroso e tórrido, mas tentando também descobrir, aí, a fonte escondida, o oásis, a presença inesperada que nos recebe, debaixo de uma palmeira sorridente, em redor de uma fogueira onde a dança dos “passantes” se junta à das estrelas. Pois o deserto não constitui uma meta; é, antes, um lugar de passagem, uma travessia. Cada um, então, tem a sua própria terra prometida, sua expectativa que deverá ser frustrada, sua esperança a esclarecer.
Algumas pessoas vivem esta experiência do deserto no próprio corpo; quer isto se chame envelhecer, adoecer ou sofrer as conseqüências de um acidente. Esse deserto às vezes demora muito a ser atravessado.
Outras pessoas vivem o deserto no coração das suas relações, deserto do desejo ou do amor, das secas ou dos aborrecimentos que não aprendemos a compartilhar.
Há também os desertos da inteligência, onde o mais sábio vai esbarrar no incompreensível e o mas consciente no impensável. Só conseguimos conhecer o mundo e as suas matérias, a nós mesmos e às nossas memórias quando atravessamos os desertos.
Temos, finalmente, o deserto da fé, o crepúsculo das idéias e dos ídolos, que havíamos transformado em deuses ou em um Deus, para dar segurança às nossas impotências e abafar as nossas mais vivas perguntas.
Cada pessoa tem seu próprio deserto a atravessar. E a cada vez será necessário desmascarar as miragens e também contemplar os milagres: o instante, a aliança, a douta ignorância e a fecunda vacuidade.
(Ed. Vozes, 1998)
8 de maio de 2009
5 de maio de 2009
Curso:MOVIMENTOS DA ARTE MODERNA:HISTÓRIA E PROCESSOS DE CRIAÇÃO

Contamos com a presença de vocês e também pedimos uma ajuda na divulgação.
Curso:
MOVIMENTOS DA ARTE MODERNA:HISTÓRIA E PROCESSOS DE CRIAÇÃO
OBJETIVO:O curso será uma introdução à história da Arte Moderna e seus processos de criação, por meio das teorias dos movimentos de vanguarda e de suas propostas criativas, dando ênfase aos aspectos estéticos e psicológicos da produção desses artistas.
METODOLOGIA:O método de trabalho focará na história da arte e na teoria desses movimentos e destacará os seus principais artistas. Dinâmicas de criação, individuais e em grupos, ajudarão os alunos a compreenderem esses movimentos.
PÚBLICO ALVO:Professores, estudantes de arte, pessoas interessadas em ampliar conhecimentos em artes visuais e história da arte.
CERTIFICADO: Será conferido pela Universidade Cruzeiro do Sul e o Grupo Labmind.
MÓDULOS: serão 4 encontros:
1. O que é modernismo? As vanguardas.
2. Pós-impressionismo e Expressionismo.
3. Cubismo e Arte Abstrata.
4. Dadaísmo e Surrealismo.
Início: Quartas-feiras. Das 19h às 22h
Duração: 4 semanas.
Início: 3 de junho
Carga horária: 12 horas
Local do Curso: Espaço Cultural Terracota - Avenida Lins de Vasconcelos, 1886 - São Paulo - SP. Tel: 2645-0549Investimento total: R$150,00
Sinopse para divulgação: O tema deste curso são os Movimentos da Arte Moderna e o processo criativo dos seus mais representativos artistas. Através da teoria e da prática, o aluno poderá conhecer a técnica e o pensamento criativo de grandes artistas deste período como Van Gogh, Picasso, Miró, Mondrian, Magritte, Marcel Duchamp, entre outros.
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